Dez dias de mensagens curtas, cheias de desejo reprimido, e de eu me masturbando pensando na boca gulosa da Vera e no jeito como ela rebolava no meu pau. Ela é casada, eu sei. Mas isso só tornava tudo mais quente.
Quando ela me chamou para passar o dia na casa de campo dela, no interior, eu nem pensei duas vezes. O marido estava viajando a trabalho por uma semana inteira. Tínhamos tempo. Muito tempo.
Cheguei por volta das onze da manhã. A propriedade era linda: uma casa grande, cercada de mato, piscina e silêncio total. Vera me recebeu de short jeans curto e uma blusa fina sem sutiã. Os bicos dos seios já marcavam o tecido. Mal fechei o portão e ela já estava colada em mim, beijando minha boca com fome.
— Ricardo… eu contei as horas pra você chegar, caralho — murmurou entre beijos, apertando meu pau por cima da calça. — Tô molhada desde ontem pensando nisso.
Entramos direto pro quarto principal. A cama era enorme. Tirei a roupa dela devagar, saboreando cada pedaço. Os seios grandes, a cintura marcada, a bunda redonda e macia que eu tanto queria foder. Deitei ela na cama e abri suas pernas. A boceta dela estava inchada, brilhando de tesão.
— Come ela, amor… por favor — pediu, a voz já rouca. — Quero sentir essa língua fundo.
Eu me perdi ali. Lambi devagar no começo, circulando o clitóris, depois enfiei a língua o mais fundo que conseguia. Vera gemia alto, sem vergonha:
— Isso, Ricardo… lambe essa boceta casada… ahhh, caralho, você faz tão bem… chupa meu grelo, vai… mais forte!
Fiquei ali por muito tempo. Longo. Molhei tudo com saliva, suguei os lábios carnudos, enfiei dois dedos enquanto chupava o clitóris inchado. Ela gozou pela primeira vez tremendo, apertando minha cabeça entre as coxas grossas.
— Porra… que delícia… você me faz gozar tão fácil…
Mas eu não parei. Virei ela de bruços, levantei aquela bunda gostosa e continuei o oral. Agora lambendo também o cuzinho apertado. Vera arqueou as costas, empinando mais.
— Sim… lambe meu cu também, safado… ninguém nunca me chupou assim… ahhh, que tesão!
Fiz oral longo e molhado nos dois buracos, alternando, enfiando a língua no cu dela enquanto metia os dedos na boceta encharcada. Ela gozou de novo, gemendo meu nome.
Depois foi a vez dela. Vera me empurrou deitado e engoliu meu pau quase inteiro de uma vez. Foi oral seco, daqueles intensos, sem muita saliva no começo, só boca quente e garganta apertada. Ela subia e descia com força, babando depois de um tempo, olhando nos meus olhos.
— Gostoso pra caralho esse pau… quero ele todo na minha garganta… engolir até o fundo… — murmurava quando tirava para respirar, cuspindo no pau e enfiando de novo. — Tô viciada nisso… quero mamar esse pau todo dia…
Ela ficou uns bons quinze minutos assim, chupando, lambendo as bolas, enfiando fundo até engasgar. Os olhos lacrimejavam de tesão. Meu pau estava latejando quando eu a puxei.
— Quero te foder agora.
— Me fode então… mas primeiro quero no cu — disse ela, virando de quatro e empinando a bunda. — Vai devagar no começo… tá seco, mas eu quero sentir você abrindo meu cuzinho.
Cuspi bastante na rola e no buraco apertado dela. Empurrei a cabeça devagar. Vera gemeu alto, mordendo o travesseiro.
— Ai… tá entrando… que grossa… devagar, Ricardo… isso… abre meu cu casado… ahhh, porra, que delícia…
Entrei inteiro aos poucos. Fiquei parado um tempo, sentindo ela pulsar ao meu redor. Depois comecei a meter. No começo lento, depois mais forte. Vera enlouqueceu:
— Mete no meu cu! Mais forte! Quero sentir esse pau me arrombando… isso, assim… fode essa bundinha gulosa… sou sua puta hoje… me usa!
O anal foi longo. Troquei de posição várias vezes: ela cavalgando de costas, depois de lado, depois eu por cima, segurando aquelas pernas abertas. O quarto encheu de gemidos e do barulho de pele batendo. Ela gozou de novo só com o cu sendo fodido, apertando meu pau tão forte que quase gozei junto.
— Goza dentro… quero sentir você jorrando no meu cu… me enche, Ricardo!
Não aguentei. Meti fundo e gozei forte, enchendo o cuzinho dela. Vera tremia, gemendo palavras sujas:
— Isso… me enche… que porra quente… adoro sentir você gozando dentro de mim…
Ficamos deitados, suados, eu ainda dentro dela. Depois de um tempo, ela virou o rosto, sorriu safada e falou baixinho:
— Ainda temos o dia todo… quero repetir isso na piscina, na sala, na cozinha… quero você me comendo em todos os cantos dessa casa. Sou casada, mas hoje eu sou toda sua.
Beijei sua nuca e apertei a bunda dela.
— Então vamos começar de novo.… mas isso será outro conto.